Remisturando o Lixo Extraordinário
O meu querido Lixo Extraordinário (alô Batone, alô Gabí! Saudades!!!) foi citado (de novo) no blogue Remixtures do companheiro Miguel Caetano. Sem enrolar muito, lá vai um trecho da matéria:"[...] vale bem a pena escutar com atenção o auto-intitulado álbum de estreia do grupo. Na verdade, o disco representa a súmula de um processo de evolução criativa ocorrido ao longo de mais uma década do que propriamente uma estreia. A maturidade dos Lixo Extraordinário fica bem patente quando ouvimos as 13 faixas que compõem o registo. Não só a produção musical de Júlio Anizelli e os arranjos de Mizão são “Extraordinários”, como as letras de Batone são bastante inteligentes. Existe uma sinceridade profunda por entre aquelas palavras que transpira energia, raiva, sarcasmo e dedicação.
Em termos musicais, o projecto insere-se na linhagem de alguns dos maiores grupos de música Pop brasileira, embora acrescente certos ingredientes que dão um “sabor” muito característico à mistura: um pouco de samba, Rock, tango, baladas, etc."
A galera do Lixo Extraordinário merece todos estes elogios, e muito mais. Não perco uma chance sequer de dizer o quanto os acho extraordinários.
Quero ver quando é que vamos conseguir trazê-los para tocar aqui na cidade seca de Brasília. Em breve, espero!
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Falando de coisas mais alegres agora (enfim!), hoje, dia 20 de março, começa a segunda fase de produção do
Ernesto Diniz, 28 anos, soteropolitano, possui memória seletiva sem critério, escreve em blogs desde 2000. Vive uma espécie de síndrome do não-pertencimento misturando algo entre Caio Fernando Abreu e Walt Whitman (?). Descobriu cedo os efeitos nocivos da kriptonita para o trabalho árduo de salvar o mundo, mas obteve redenção após ingressar em uma universidade federal e fazer carreira de estudante (a qual, afirma ele, é finita e encontra-se em franca decadência). Vive prometendo que morará fora, numa cruzada em busca da Pasárgada perdida (muito embora não conheça nenhum rei, nem súditos, dada sua anti-sociabilidade branda). É pesquisador em Tradução Intersemiótica e fala de Shakespeare como quem fala das novas tendências da música indie-pós-punk-neo-electro-rock-tropicália (aforismos somente no chuveiro). Ama as árvores, sândalo, avelã, cultura celta e ainda firmará morada no País de Gales.
Mais bacana ainda do que as
Aproveito para deixar aqui os meus sinceros parabéns para o Viktor pelo site, pelas iniciativas, pelo seu ótimo texto e, por que não, por ser um cara tão bacana.


