7 de ago. de 2007

Antiguidade rebuscana.

Estava me lembrando agora mesmo, enquanto escrevia um pedaço de prosa sem graça, das Crônicas da Rebuscânia de Daniel Pádua. Que fim terão levado estes velhos escritos caóticos? Será que algum dia veremos mais alguma crônica rebuscana sob este sol?

Apenas os monges constipados da Rebuscânia sabem por onde elas andam, e eles levam o segredo consigo para todos os lugares quando explodem...


UPDATE:
Para quem se interessou pelos fragmentos das crônicas rebuscanas, acabei de (re)encontrar esta velha comunidade no Orkut onde alguns rebuscanos se reuniam. Há algumas raras palavras e nonsenses rebuscanos por lá.

- o -

"Finesiano Finn era um luso-irlandês típico. Todo dia sentava-se na sacada de sua humilde pocilga para coçar as axilas e contar histórias. As crianças o adoravam, mesmo quando ele tentava mordê-las.

Era um bom velhinho o Finesiano. No ano passado as complicações hemorroidárias o levaram para perto dos seus, no paraíso de Oisin. Conta-se que seu fiel cachorro Cheira Cu até hoje deita-se na sacada e tenta morder as crianças..."



" Eram três da tarde quando o
vento uivou na janela...
Com seus antebraços franzinos, Zuleica
abriu o armário. Aquele fim de
tarde enferrujado e árido.
Lá dentro havia um pote diferente,
com um rótulo intrigante: "dente".
Zuleica abriu o pote.
Tinha um dente lá dentro."
(A Saga de Zoráide - parte I)



"a outonância de junho
O outono é uma das épocas mais belas
da Rebuscânia, com seus galhos retorcidos
e folhas secas... uma morbidez singela
que me faz sorrir.

:-D

FIM"

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14 de jun. de 2007

New Rave? Então tá bom...

Recebí um email falando de uma festa "New Rave". Instantaneamente arranjei um novo modismo do qual ter muita preguiça. Quem é que tem saco para mais um "bando de bandinhas" achando que reinventaram a festa e a diversão? Isso é tão antigo quanto a juventude (e, até onde sei, esta é tão antiga quanto a humanidade), e as novidades andam envelhecendo muito rápido rápido hoje em dia, pois há cada vez menos inovação nelas.

Onde foi parar a arte, o tesão e o prazer?
Estão onde sempre estiveram. Em todo o lugar.
Que vontade louca a indústria cultural tem de inventar!

Eu? Eu ainda prefiro meu bom e velho rock.
(e lounge é o escambau! eu ouço é jazz!)

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