sobre escrever e não escrever, dádiva, sonhos escritos e traduções infantis de livros.
Está dificil escrever estes dias. Não é só a correria. Minha cabeça e meu coração também voam por outros lugares bem longe do teclado e de meus escritos. Mesmo assim, gostaria um bocado de conseguir sentar e escrever alguma coisa vez por outras nestes dias...
Mas não se pode ter tudo, e por hora prefiro as dádivas que vivo à minha escrita frenética e solitária de outrora. Tudo flui, e um dia ou outro, de um jeito ou outro, acabo voltando a escrever.
Por hora, me divirto quando posso em ler o que meus outros escritores andam pensando. A Luana Selva, por exemplo, irrita-se com as traduções de Lia Wyler para a série Harry Potter e nos lembra a todos que literatura infanto-juvenil não é literatura para débeis mentais. Antes disso, débeis mentais são aqueles que subestimam a sabedoria do infante frente a um livro.
Já a doce-amarga Patrícia Nardeli anda transformando velhos sonhos em novos escritos. Adoro tudo que ela escreve, mas sou um bocado suspeito para opinar, eu diria. =]
Enquanto isso, o Ernesto Albuquerque (o meu companheiro bukowskiano de tardes na extinta Estação 109) começou timidamente seu blogue, publicando algumas poesias. Não desista, Ernesto. Leva-se tempo para que um blogue de poesia atraia toda a atenção que gostaríamos! A sua poesia sobre a 'imortalidade' realmente me lembra de velhos tempos...
É tudo uma questão de encanto e dádiva, seja na literatura, seja na tradução, seja na vida.
Mas não se pode ter tudo, e por hora prefiro as dádivas que vivo à minha escrita frenética e solitária de outrora. Tudo flui, e um dia ou outro, de um jeito ou outro, acabo voltando a escrever.
Por hora, me divirto quando posso em ler o que meus outros escritores andam pensando. A Luana Selva, por exemplo, irrita-se com as traduções de Lia Wyler para a série Harry Potter e nos lembra a todos que literatura infanto-juvenil não é literatura para débeis mentais. Antes disso, débeis mentais são aqueles que subestimam a sabedoria do infante frente a um livro.
Já a doce-amarga Patrícia Nardeli anda transformando velhos sonhos em novos escritos. Adoro tudo que ela escreve, mas sou um bocado suspeito para opinar, eu diria. =]
Enquanto isso, o Ernesto Albuquerque (o meu companheiro bukowskiano de tardes na extinta Estação 109) começou timidamente seu blogue, publicando algumas poesias. Não desista, Ernesto. Leva-se tempo para que um blogue de poesia atraia toda a atenção que gostaríamos! A sua poesia sobre a 'imortalidade' realmente me lembra de velhos tempos...
É tudo uma questão de encanto e dádiva, seja na literatura, seja na tradução, seja na vida.
Marcadores: dádiva, encanto, Ernesto Albuquerque, escrever, histórias encantadas, lia wyler, literatura, luana selva, patricia nardeli, tradução




